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Psicoterapia Dinâmica Integrada


 

 

PSICOLOGIA é a ciência que estuda o comportamento e os estados mentais. Ao longo do tempo esta ciência tem evoluído e ganho cada vez maior destaque, sendo por muitos hoje considerada como a "ciência do século".

Durante a sua história, a Psicologia tem sofrido algumas alterações em que vários investigadores têm apresentado as suas visões sobre a forma como estudar e lidar com um objecto tão complexo como a mente humana.

A PSICLÍNICA assenta sobretudo sobre a prática clínica, mas não deixa de observar o funcionamento do sujeito no dia a dia sob pressupostos ditos comuns ou tidos como normais pela população.


A Consulta de Psicologia

A decisão de marcar uma consulta de Psicologia nem sempre é fácil. Em primeiro lugar porque ainda se pensa que os psicólogos "são para os malucos" e que ir ao psicólogo é sinal de fraqueza ou perturbação mental. Como se este estigma não bastasse, a maioria das pessoas ainda pensa que um amigo mais próximo facilmente substitui o psicólogo, que acaba por ser como que "um ouvido alugado"

É claro que nenhuma destas ideias coincide com a realidade. Em primeiro lugar, porque marcar uma consulta de Psicologia é sinal de vitalidade e não de fraqueza. Todos nós por uma ou outra razão precisamos por vezes de um apoio, fundamentalmente nos dias que correm, e o Psicólogo é um profissional que estudou o funcionamento psíquico do sujeito e que mais do que ouvir poderá ajudar, através de uma relação terapêutica e sempre em conjunto com  o indivíduo, a conhecer-se melhor e a ultrapassar alguns dos seus anseios e dificuldades.

A marcação de uma consulta de psicologia pode fundamentar-se na motivação de sujeito para o auto-conhecimento ou de uma simples análise do seu funcionamento e estado mental actual. Da mesma forma que nem sempre estamos doentes quando vamos ao médico, ir ao psicólogo também não implica patologia.

Da mesma forma que realizamos análises clínicas, auscultação e RX para verificar o estado de saúde também podemos, e devemos, verificar o nosso funcionamento intelectual. A maior parte dos casos mais graves que aparecem numa consulta de Psicologia poderiam ter sido facilmente ultrapassados se o sujeito tivesse procurado ajuda psicológica nos primeiros momentos.

Além disso a velha técnica do tentar esquecer, por para "detrás das costas" sem resolver ou conseguirmos conviver melhor com o problema, raramente nos leva a bons caminhos. Mais tarde ou mais cedo acabamos por nos relembrar - porque nunca apagamos na totalidade - e toda a dor volta a afligir-nos.


Perspectiva Teórica

No contexto clínico, privilegia-se o indivíduo na sua idiossincrasia como alguém em constante mutação, que ao longo do tempo se vai construindo e alterando - infelizmente nem sempre no melhor caminho - através das relações que estabelece com os seus semelhantes. Concebe-se o estudo da mente como algo dinâmico - Psicodinâmica.

Nesta linha de pensamento estão vários estudiosos, uns mais radicais do que outros. Entre os vários nomes que poderiam ser citados, relembra-se o de Sigmund Freud, tido como o "pai da Psicanálise". Com ele temos algumas analogias, sobretudo na forma de encarar as perturbações preferindo ir ao encontro das causas, não querendo apenas eliminar os sintomas.

Mas em relação a ele temos também algumas diferenças. A terapia - designada psicoterapia dinâmica - não é feita no divã, mas antes numa cadeira, tentando manter o indivíduo confortável mas mais próximo da sua realidade comum.

Ainda que fundamentalmente inspirados na psicodinâmica, sobretudo por considerar a dinâmica das relações e preferir encarar as causas dos problemas e não os seus sintomas, procuramos não negando esta origem, ficar abertos às demais perspectivas teóricas, de modo que a metodologia a adoptar seja mais em função da perturbação que surge do que da escola perfilhada pelo psicólogo. Daí a denominação de Psicodinâmica Integrada.

Desta forma, a nossa prática clínica vai encontrar influências da Psicologia Dinâmica, mas também da Psicologia Cognitiva, Psicologia Comportamental, Psicologia Sistémica e Neuropsicologia.

 

Como se articulam estas teorias?

Se a queixa reside em problemas da relação humana (depressão, luto, problemas de comportamento, entre outros), a perspectiva a adoptar incidirá essencialmente na Psicologia Dinâmica. Se a situação incide numa anomalia no processamento da informação e processos centrais (atenção, memória, linguagem, entre outros) a abordagem incidirá sobre a Psicologia Cognitiva ou Neuropsicologia certamente. Noutros casos poderá ainda recorre-se à Psicologia Comportamental, nomeadamente como complemento (por exemplo em fobias)


 
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